Blog do Axel


07/12/2011


É a Gota Dágua - Eu fiz a minha parte.

Já fiz aqui um post das Sete Quedas, fotos que até hoje me aperta o coração.

Mas eu era criança e nada podia fazer...

Mas agora posso...

Meu filho merece viver...

 

 

Escrito por Axel às 21h27
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01/12/2011


Você nunca fará de mim um santo.

Às vezes a gente se abate por ver velhinhos solitários e se pergunta como podem existir filhos tão cruéis a ponto de abandoná-los.

Você nunca fará de mim um santo

É que a gente não sabe o que aquele doce velhinho foi quando mais novo...

A gente nasce anjo, vira capeta, faz sofrer, a vida ensina, a gente sofre, se arrepende, tenta corrigir, mas ai já é tarde...

Você nunca fará de mim um santo

Que coisa... Precisamos fazer 40 para enxergar o óbvio... Precisamos fazer quarenta duas vezes para virar santo... Pelo olhar dos outros, que doce velhinho solitário...

Você nunca fará de mim um santo.

 

 

Saint Of Me Rolling Stones

Saint Paul the persecutor
Was a cruel and sinful man
Jesus hit him with a blinding light
And then his life began
I said yeah
I said yeah

Augustin knew temptation
He loved women, wine and song
And all the special pleasures
Of doing something wrong
I said yeah
I said yeah

I said yeah, oh yeah, oh yeah
You'll never make a saint of me
Oh yeah, oh yeah
You'll never make a saint of me

And could you stand the torture
And could you stand the pain
Could you put your faith in Jesus
When you're burning in the flames

And I do believe in miracles
And I want to save my soul
And I know that I'm a sinner
I'm gonna die here in the cold
I said yes, I said yeah

I said yeah, oh yeah, oh yeah
You'll never make a saint of me
Oh yeah, oh yeah
You'll never make a saint of me
Oh yeah, oh yeah
You'll never make a saint of me
Oh yeah, oh yeah
You'll never make a saint of me

I thought I heard an angel cry
I thought I saw a teardrop falling from his eye

John the Baptist was a martyr
But he stirred up Herod's hate
And Salome got her wish
To have him served up on a plate
I said yes
I said yeah

I said yeah, oh yeah, oh yeah
You'll never make a saint of me
Oh yeah, oh yeah
You'll never make a saint of me
Oh yeah, oh yeah
You'll never make a saint of me
Oh yeah, oh yeah
You'll never make a saint of me

I thought I heard an angel cry
I thought I saw a teardrop falling from his eye
I thought I saw an angel cry

You'll never make a saint of me
You'll never make a saint of me

Escrito por Axel às 21h11
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14/11/2011


Stylo

Para quem gosta de um bom pega;

Para quem gosta de tiroteio;

Para quem gosta de Bruce Willis ou,

Para quem gosta de Gorillaz mesmo...

Deixa eu aproveitar enquanto não bloqueia no Youtube...

 

Escrito por Axel às 17h35
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31/10/2011


Ho Oponopono

Demorei 15 anos para digerir a seguinte frase:

Cada um tem o chefe que merece.

Sim claro esta pérola veio de um ex-chefe. Frase tão profunda que talvez ele mesmo não reconheça a sua grandeza e extensão, pois provavelmente ele deve ter ouvido de alguém. Posso estar parecendo convencido, peço-lhe desculpas.

 

Aliás:

 

Sinto muito!

 

Amo você!

 

Você acaba de ler as duas frases mais importantes do Ho Oponopono - Você irá entender...

 

O Ho Oponopono propõe a cura das pessoas partindo do principio da auto-cura: Você faz tudo acontecer, você faz tudo sair do outro; cada gesto, cada olhar, cada respiração, cada movimento desencadeia no outro tudo aquilo que você mais ama ou abomina – Você é o responsável.

 

Se você se ama as pessoas o amarão. Junte a esta frase mais uma:

 

Você é totalmente responsável pela realidade em que vive.

 

E agora você poderá entender por que:

 

Cada um tem o chefe que merece;

Cada um tem o irmão que merece;

Cada um tem o pai que merece;

Cada um tem a mãe que merece;

Cada um tem a namorada que merece;

Cada um tem a esposa que merece;

Cada um tem o marido que merece;

Etc.

 

Escrito por Axel às 21h20
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22/10/2011


Que dó do meu blog...

Não sei que post faço – remorso, relaxei... Ô vida...

 

Dei uma escapadinha, meu mulequinho tá assistindo TV.

 

Estava sem internet há dois dias, com banco e correios em greve, o débito automático falhou. A Net até enviou a notificação – Pelo correio...

Lembrei de uma estória da Eletropaulo: Liguei para eles, pois só a minha casa estava sem luz. Esperei até 11 horas da noite e ninguém veio. Liguei outra vez e reclamei, a atendente me disse que a equipe veio até a minha casa tocaram a campainha, mas ninguém atendeu... Ou eu to muito chato ou só tem xarope...

 

Falando em xarope, trabalhei pra cacete semana passada, e como num interrogatório, um xarope me trancou numa sala e me disse que o meu trabalho tá um lixo. Fiquei xarope também...

Passei por esta semana sem xaropada, parecia que a fase havia passado, outra vez trabalhei pra cacete e se apropriaram de uma idéia minha... Desta vez xarope em associação com ódio e revolta... Amargo que Deus me livre...

 

Puta frio, quase novembro...

 

Troquei de carro, massageei o meu ego, mas o  grosso e depressivo carnê veio de motoboy: Que greve de correio e de banco que nada!!!  Pra cobrar eles não falham... Esta semana o banco me ligou para me dar os parabéns só não sei se está atrasado três meses ou se é pro ano que vem... As coisas estão tão corridas, vai saber...

 

Música? Hmmm Descobri uma “música nova” do Coldplay – The Scientist de 2002. Como não tem mais música que presta, escutei até. Se fosse vinil tinha furado... Agora cansei e não tenho outra pra ouvir...

 

Podei umas plantas, minha mente viajou, lembrei de um monte de amigos que estão um pouco sumidos... Estamos todos dentro do mesmo caldeirão e talvez eles estejam num momento semelhante ao meu agora...

 

Lembrei de outubro, sempre as mesmas crises e problemas. Padrão, repetibilidade, flashback, cíclicos... palavras que fazem eu sentir raiva... Sempre as mesmas coisas, sempre os mesmos problemas...

 

Lembrei do livro O Maior Vendedor do Mundo; do Maior Milagre do Mundo; Da Cabana do Conversando Com Deus e até do Ho Onopono: Todos levam a mesma reflexão: Nós somos totalmente responsáveis pela realidade que vivemos.

 

Um caminhão cheio de terra fez um verdadeiro rebosteio na minha rua, tive de varrer a rua pra não sujar a garagem. Depois dele veio mais cinco...

 

Olhei a previsão: Sol! Lavei os carros, estavam tão imundos que quase usei Detol ao invés de shampoo: Quer apostar que vai chover?

 

Pronto! Postei...

Escrito por Axel às 21h45
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08/10/2011


Steve Jobs - Uma pena

Uma pena eu ter ouvido tanto sobre Steve Jobs e ter ignorado sobre. Fui no vácuo da máxima que todo americano é frio, esnobe e calculista. Fezer o que? Infelizmente, ainda temos o hábito de criar lendas e herois no pós-morte. Lembra do Airton Senna?

Abaixo um vídeo do Heroi de Carne e Osso... Me fez lembrar do DL, do grande heroi que está adormecido dentro de nós, do grande lider e de viver intensamente este dia como se fosse o último.

3 lições:

 

Escrito por Axel às 13h07
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05/10/2011


Tempo

 

Acordei de madrugada com um gemido de frio do meu molequinho. Levantei coloquei o edredom sobre ele e passei a mão na sua cabecinha.

Voltei para a cama aguardando retomar o sono, o que acabou não acontecendo. Acho que cochilei, ou talvez eu estivesse em alfa. Fiquei calculando quantas horas restavam para levantar e fiquei imaginando os países com fuso horário maior que o nosso. “Nesses paises o amanhecer já aconteceu”, pensei. E, em pensar no que já aconteceu, lembrei que o Japão tem 12 horas de diferença para mais, e, concluí que lá o futuro já aconteceu.

Mas, depois, bem acordado, dei asas a imaginação, deixei fluir e fui mais longe do que eu esperava...

Será que ter fuso horário menor representa atraso de vida?

Coisa de louco né? Talvez eu estivesse em alfa mesmo...

 

Escrito por Axel às 19h52
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15/09/2011


Historia dos anjos e dos millagres

 

Os anjos são normalmente representados como tendo asas e a Bíblia normalmente apresenta-os como homens sem asas indicando que eles se parecem como seres humanos normais.

 

Além de crianças (obviamente), conheço anjos de verdade e eles vivem entre nós. Ainda não possuímos visão preparada para ver as suas asas, mas sei que a estrutura óssea está lá nas costas.

 

São as escápulas.

 

A minha teoria consiste em que nossas escapulas são asas que nascem ou não, conforme os nossos feitos aqui na terra. Vou mais longe:

 

Sempre que alguém ajuda alguma pessoa sob qualquer aspecto ou necessidade, via de regra, as escápulas da pessoa que oferece ajuda ficam doloridas, pois ainda não somos evoluídos o suficiente para fazer o bem, mesmo que sensibilizados com a dor e dividir o fardo do próximo carregando-o (o fardo ou a pessoa) nas nossas costas.

A dor a que me refiro é semelhante ao brotar de um dente, a escápula ganhado forma e volume fazendo força para rasgar a carne e tornar-se asas invisíveis.

 

Os anjos fazem milagres.

Nós fazemos milagres.

 

Um dos maiores presentes que recebo nesta vida, é poder encaminhar pessoas que precisam de ajuda e resgata-las para uma nova vida. Nada se compara a um choro verdadeiro de um amigo que lhe agradece a mão estendida e compreende verdadeiramente o que é amor enquanto olha nos meus olhos e me vê anjo.

 

Quando você mostra o caminho a alguém que já não reúne forças para viver, você dá um sopro de vida. Sim, Deus nos deu esse poder e somos enviados por Ele para realizar milagres.

 

Abaixo um trecho do livro “O Maior Milagre do Mundo” de Og Mandino:

 

Por milhares de anos este mundo testemunhou um desfile incessante de profetas que pronunciavam e explicavam a vontade de Deus...   Elias, Amos, Moisés, Ezequiel, Isaías, Jeremias, Samuel e todos os outros mensageiros maravilhosos, até Jesus e Paulo. E depois... Terminou. Não posso acreditar. Não importa quantos de Seus profetas tenham sido ridicularizados, castigados, torturados e até assassinados; não consigo conceber que Deus finalmente desistisse de nós e voltasse Suas costas às nossas necessidades, fazendo com que alguns de nós finalmente supusessem que Ele devia estar  morto, já que não O ouvíamos  por  tanto tempo. Em vez disso, acredito sinceramente que Ele enviou, a cada geração, pessoas especiais, pessoas talentosas, pessoas brilhantes...  Todas elas trazendo a mesma mensagem, de uma forma ou de outra... A de que todo ser humano é capaz de executar o maior milagre do mundo. E a falta mais deplorável do homem é que ele não compreendeu a mensagem, ofuscado como se encontra pelas banalidades de cada civilização que surge.

 

- Qual é o maior milagre no mundo que todos nós podemos executar?

 

- Em primeiro lugar senhor Og, pode definir para mim o que seja um milagre?

 

- É algo que acontece contrariamente às leis da natureza ou ciência a suspensão temporária de uma dessas leis?

 

- Apresentou a coisa de modo muito conciso e preciso senhor Og.

Agora, diga-me, acredita que seja capaz de executar milagres... De suspender quaisquer leis da natureza ou da ciência?

 

 

Não querendo ser pretensioso, mas se você quer saber como é ser um anjo e fazer milagres, eu sei como...

Escrito por Axel às 20h55
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30/08/2011


Falsos intelectuais

Há anos atrás eu recebi uma indicação para a leitura do livro “Jack Welch - O Executivo do Século”. Era o livro da moda e era muito fácil de se encontrar nas mesas dos executivos de diversas empresas. Na minha opinião, nunca li um livro tão cansativo em toda a minha vida, e tive a impressão de que Jack Welch só teve o seu sucesso por estar sempre na hora certa e no lugar certo e, ter uma ótima rede de contatos. Alguns julgam isso como a fonte de sucesso, mas eu julgo como pura sorte.

 

Outros livros que viraram moda e que também ficaram nas mesas dos executivos foram “Quem Mexeu no Meu Queijo” de Spencer Johnson e “O Monge e o Executivo” de James C. Hunter.

Ocorre-me que tantos livros da moda foram comprados somente como objetos de decoração, e lidos (quando lidos) somente para se ter assunto na mesa do almoço ou para causar a falsa impressão de que tais executivos são intelectuais. Nunca vi tanto entusiasmo por parte deles, e particularmente nunca notei a menor centelha de mudança comportamental dos “entusiastas” que os leram.

 

Certo dia então, resolvi fazer um teste:

 

Eu necessitava marcar uma reunião com os meus parceiros para definirmos um determinado assunto. O cenário estava perfeito, pois as pessoas que eu precisava que comparecesse a reunião fazia parte dos entusiastas.

Mandei pelo Outlook a convocação para as 14:00 hrs, fui até a sala e fiquei aguardando.

Com duração de 1 hora, ninguém chegou no horário marcado, onde:

1 pessoa atrasou 10 minutos;

5 pessoas atrasaram 15 minutos;

2 pessoas atrasaram 30 minutos e,

1 das duas pessoas que chegaram atrasadas 30 minutos, tumultuou a reunião atendendo o celular e permaneceu 5 minutos na sala.

 

Revoltado, mas não surpreso, lembrei-me de uma passagem do livro O Monge e o Executivo:

 

... eu capto várias mensagens quando uma pessoa se atrasa. Uma é que o tempo dela é mais importante que o meu, mensagem que considero bastante arrogante. Atrasar-se também transmite a mensagem de que eu não devo ser muito importante para a pessoa, porque certamente seria pontual com alguém que ela achasse importante. Também me passa que a pessoa não é muito honesta, porque pessoas honestas cumprem a palavra e seguem os compromissos, inclusive os de tempo. Atrasar-se é um comportamento extremamente desrespeitoso e, pior, cria hábito.

Escrito por Axel às 21h21
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18/08/2011


Três anos de Blog do Axel

 

Eu tenho tudo para comemorar, mas estou um pouco azedo e não vou perdoar...

 

Hoje eu ouvi musicas de 1972.

Não tenho mais coragem de ligar o rádio, a não ser para ouvir notícias. Até o Primeiro Programa da Transamérica eu parei de ouvir, parecia ser um programa inteligente, o que de fato o é, a não ser pelo tal quadro do Alexandre Polpetone, um humor de péssima qualidade e bem ao nível da eguinha pocotó, abominado pelo colunista Luciano Pires. Para não emburrecer, no começo eu mudava de estação, mas agora quando entro no carro, ligo o rádio direto nas minhas musicas salvas no pen drive.

Há tempos venho fazendo posts neste blog com o título “salve um ouvinte desesperado” descrevendo inclusive músicas atuais com “batidas” semelhantes as músicas dos anos 70 e 80. A exemplo disso, Coldplay, uma banda que adoro, mas que jamais perdoarei pelo infeliz comentário de Chris Martin vocalista e líder da banda dizendo que “não existe plágio pois ninguém é dono do som”. Uma verdadeira falta de criatividade e cópia descarada do clássico Computer Love de Kraftwerk.

 

Cada vez mais se confirma a máxima de que nada mais está sendo criado e tudo é copiado sem exceção, num engodo sem precedentes de lançamentos baseados nos clássicos remixados, remasterizados e demais “zados” onde a atual geração nem imagina quem foram Kraftwerk. Pink Floyd, Queen, Supertramp, Alan Parsons, Led Zeppelin. The Who e etc. Acham que Fergie é uma estrela e nem imaginam que ela também plageou Tom Tom Club. Repito: Um verdadeiro engodo travestido de lançamento Pop.

Para mim o termo Flash Back sempre foi sinônimo de “ouvir músicas antigas” no estilo túnel do tempo e se assim perdurar o significado, e a falta de criatividade, daqui a uma década teremos novos cantores, cantoras e conjuntos enlatados remixando o que já foi remixado e remasterizando o que já foi remasterizado, um verdadeiro nojo...

Recentemente recebi um link de um vídeo publicado no Youtube, onde os integrantes do grupo comentam que estão juntos a 40 anos mas nunca tiveram um hit pois não fizeram uma música contendo 4 notas e que todos os hits baseiam-se em apenas 4 notas musicais. Confesso que no inicio achei o vídeo inteligente, mas ao assisti-lo por duas vezes pude comprovar o obvio: A mesmice.

 

 

 

E FIAT LUX!

 

Alguém que aparece para avisar o mundo que a industria fonográfica e a criatividade faliram.

 

Toda música nova parece velha? Este livro explica por quê

 

Você já teve a impressão de que toda banda nova está copiando outra mais antiga?

 

Já reparou como boa parte da música e do cinema atuais lembra sons e filmes de anos passados?

 

O autor inglês Simon Reynolds já. E escreveu um livro brilhante sobre o assunto: “Retromania – Pop Culture’s Addiction to Its Own Past” (“Retromania - A Obsessão da Cultura Pop por seu Próprio Passado”), que acaba de sair na Europa e Estados Unidos (e espero, em breve, no Brasil).

 

Acabei de entrevistar Reynolds para a Folha. A entrevista deve sair sábado, na Ilustrada. Prometo publicar trechos aqui no blog, depois disso.

 

Reynolds é um dos comentaristas mais brilhantes da cultura pop no mundo. Começou a escrever na Melody Maker, lançou livros fundamentais sobre a cena eletrônica (“Energy Flash”) e o pós-punk (“Rip It Up and Start Again”), e se mudou para os Estados Unidos. Hoje, mantém um blog e colabora com o New York Times e o Village Voice, entre outros.

 

Em “Retromania”, ele busca explicações para o fenômeno da cultura do “revival”. E suas conclusões não são nada animadoras.

 

Reynolds vê os anos 2000 como um período de entressafra criativa, marcado pela ausência quase total de inovação na música e nas artes em geral.

 

Todo grande movimento cultural, escreve Reyolds, buscou inspiração no passado. O problema é que artistas atuais estão buscando suas musas num passado cada vez mais próximo.

 

A relação do fã com a música também mudou. Hoje, ouve-se música muito mais como som de fundo para outras atividades: no computador, no ônibus, no trabalho.

 

A oferta de música é infinita, mas o consumidor médio ouve música aos pedaços. Nossa capacidade de atenção está diminuindo rapidamente.

 

Reynolds pesquisou o fenômeno e mostra como essa obsessão pelo passado está transformando a indústria cultural num verdadeiro mausoléu.

 

Numa época de inovações tecnológicas e ofertas inesgotáveis de produtos, o maior bem de consumo da cultura pop parece ser o velho. Vendas de discos antigos crescem, enquanto o consumo de novidades parece estagnado.

 

Aguarde pela entrevista de Reynolds. E se você lê em inglês, não deixe de comprar o livro.

 

Por André Barcinski

Escrito por Axel às 22h15
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08/08/2011


Yukon – Um jogo que imita a vida

 

Adoro jogos de cartas no estilo Soliteire. Tenho instalado no meu celular e sempre que possível tento me distrair enquanto aguardo médico ou demais filas de espera. Acho interessante jogos deste tipo, pois usamos o cérebro para traçar estratégias matemáticas, e, foi numa dessas filas que nasceu a idéia deste post.

Eu jogava Yukon, cartas embaralhadas onde o objetivo é formar quatro pilhas de cima para baixo do Rei até o Ás, pilhas estas alternadas pelos naipes (vermelhos alternados entre os pretos). Foi quando notei que eu buscava distração, mas desenvolvia sentimentos ruins presentes no nosso dia-a-dia:

Estava sentado segurando de forma muito tensa o papelzinho da senha e esqueci de acompanhar a chamada pelo display.

Fiquei parado ali, olhando para o celular, minha cabeça fervia.

Foi quando uma moça ao meu lado me disse: Acho que o médico irá pular o senhor...

Saí correndo e fiz a consulta com o celular na mão. Não sei por que salvei o jogo para continuar depois afinal, ele estava travado mesmo. Voltei para casa e ao chegar retomei o jogo, e uma série de sentimentos vieram a tona:

 

Raiva:

 

De ter gasto 10 minutos da minha preciosa vida

 

Prejuízo:

 

Não ter ganhado o jogo.

 

Falta de paciência:

 

Vontade de desligar o celular.

 

Valorizar futilezas:

 

É só um jogo.

 

Desistência:

 

Para que continuar?

Recomeço:

 

Para que?

 

Cegueira:

 

Achei uma brecha.

 

Vitória.

 

Eba!

 

Mas há moral nesta história.

 

Já passei raiva julgando gastar tempo com coisas que pensava não agregar nada para mim. Pensava que a vida era resumida em sempre ganhar. Por isso, faltava-me paciência, pois achava que tudo que chegava até mim eram simples futilezas e não faziam parte das minhas verdades.

Desistia de tudo, mas ao mesmo tempo tinha um sentimento de prejuízo ao pensar em recomeço.

A cegueira tomava conta de mim. Parei nem sei por que, mas compreendi que acalmando a mente, o óbvio aparece trazendo a vitória.

E pensar que nas vezes eu dei uma bica em tudo...

Escrito por Axel às 20h55
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23/07/2011


Amy!

Muitos sabem da minha frustração quando se fala de boa música. E quando faço posts como título Salve Um Ouvinte Desesperado, não é à toa.

Passei hoje pela Saraiva Mega Store e não achei nada de interessante. Volto para casa e vejo que Amy está morta.

Triste por não ter encontrado no mundo alguém que de fato a amparasse, triste, pois sei que não haverá outra voz...

 

 

Escrito por Axel às 20h21
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21/07/2011


Dia do Amigo

A inspiração chegou um pouco atrasada, mas ainda está valendo...

Demorei muito para entender o que eu estava perdendo quando fechava as portas para amizade. Eu achava que na empresa não se podia fazer amizades, pois o local era única e exclusivamente para trabalhar. Felizmente acordei a tempo e hoje dedico este post para todos vocês grandes amigos sempre presentes e leais.

 

Ao participar de um evento com um dos maiores palestrantes do momento, Tejon aconselhou-nos a fazer um inventário das nossas amizades. Fiz, com muito cuidado e com muita reflexão, afinal a pergunta abaixo é muito forte. Guardei-a em um diretório muito especial na minha mente com um link direto pro coração e de lá ninguém arrancará. A princípio, pensei em publicar no blog, mas mudei de idéia, afinal quem é verdadeiramente meu amigo, sabe que faz parte do meu inventário, não é mesmo?

 

“Quem irá segurar as alças do seu caixão?”

 

Uma pergunta fria, mas muito pertinente, por isso digo – Ainda bem que acordei!

 

Obrigado por estarem sempre por perto.

 

Amo vocês.

Escrito por Axel às 11h20
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06/07/2011


A loira serelepe e a morena doce

Eu sou uma águia!

E como águia alço altos vôos e possuo um olhar preciso.

Certo dia lá nas alturas, um movimento chamou a minha atenção, observei o afastamento de duas luzes e uma repentina mudança do tempo.

 

E assim eu conheci a lenda de duas moças:

 

A loira serelepe e a morena doce

 

Era uma vez (que começo hein!) duas moças.

A loira serelepe e a morena doce.

Elas se conheceram num belo dia de sol, luz esta que as acompanhariam por muito tempo, energia brilho e cores do espectro que eram compartilhadas mutuamente.

 

O sol, nosso astro rei, usava óculos escuro e contemplava admirado tamanha quantidade de luz. Parceiro, o sol se esforçava para que os seus raios somassem aos raios das moças. O efeito era mágico.

 

Por uma TPM ou por uma estação, não se sabe, as duas se separaram. O sol se desanimou, se escondeu e os dias ficaram nublados e cinzentos.

 

A vida continuou. Elas sentiam falta uma da outra, mas não sabiam a razão do vazio. A loira serelepe se viu sem o doce e a morena sentiu falta da energia.

 

As águias se abateram e o momento de renovação se fazia necessário. Arrancaram suas penas e suas unhas. Batiam incansavelmente os bicos nas pedras dos ninhos que estavam nas montanhas. E duas pedras rolaram montanha abaixo.

A primeira delas caiu sobre a cabeça da loira serelepe, que olhou para cima e avistou os ninhos. Curiosa pelo estado das águias, resolveu guardar a pedra esperando pela desconhecida renovação. Águias, cada qual ao seu tempo, apareciam pelo céu com nova plumagem, unhas e bicos afiados, enquanto outras permaneciam no ninho aguardando a finalização do ciclo.

Cansada dos intermináveis dias cinzentos, a loira serelepe pegou a pedra nas mãos olhou para cima e compreendeu que chegara o seu tempo de renovação. E de forma surpreendente e misteriosa a águia saiu do ninho e a levou para as alturas. Pequenos raios de sol apareciam no horizonte, o sol saldava a loira serelepe que se transformou em uma águia loira serelepe.

 

A segunda pedra quicou na montanha, bateu num arbusto, escorregou no riacho e caiu sobre os pés da morena doce. Tentando compreender de onde a pedra havia caído, a morena doce olhou para cima, observou os ninhos, as águias em processo de renovação e em especial, uma águia com um olhar diferente.

 

Tomou a pedra nas mãos, abriu os braços e da mesma forma foi levada pela águia para as alturas. Os raios de sol ficaram mais fortes, o astro rei saldava também o retorno da morena doce que se transformou em uma águia morena doce.

 

E hoje duas águias voam ao meu lado e ao lado de muitas outras. Elas nos aquecem e nos iluminam.

E o sol? Bem, ele voltou a usar óculos escuros.

Escrito por Axel às 20h33
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28/06/2011


Síncopes e 5 P´s

 

O trocadilho seria ideal se a palavra síncope fosse escrita com “C”, mas tudo bem, afinal o que vale é a intenção.

O dicionário Houaiss define síncope como 'parada ou diminuição dos batimentos cardíacos, acompanhada da suspensão da respiração e de perda da consciência', ou em outras palavras, aquilo que acontece com você logo após ter tido um chilique originado de uma grande carga de stress.

Sexta-feira passada após o trabalho, eu me dirigia ao estacionamento da empresa para voltar para casa. Na minha frente a mais ou menos 10 metros, um rapaz que trabalhava na empresa ao lado, falava ao telefone celular, quando de repente ele começou a se alterar. Ele gritava feito um maluco, e parecia que ele estava querendo entrar no telefone para surrar a pessoa que estava do outro lado da linha. O cara estava transtornado, e arremessou com violência o celular que se espatifou na guia da calçada. Não sei ao certo o que aconteceu, mas só deu tempo de eu ver os pedaços de celular voando para todos os lados.

Fiquei pensando a respeito, e lembrei-me que no ano passado eu tive três chiliques na empresa - comportamento esse que eu nunca tive. É horrível o sentimento que bate na gente imediatamente após o fato: As pessoas pensam que você enlouqueceu, bate uma puta vergonha e você não sabe explicar como tudo começou.

Ninguém sai do sério sem motivo, uma sucessão de estímulos negativos vai acumulando em você, coisas que não são possíveis de se aceitar quando se é comprometido e dedicado com o trabalho.

Responda, por favor: 

Você consegue tolerar Procrastinação, Puxa-sacos, Problemas e Palhaçadas? Pois é, esses são os P´s que mais me irritam, e foram com toda certeza a origem dos chiliques que eu tive.

O Budismo propõe que todos nós temos como característica, a busca de um culpado, e faz-nos refletir sobre a idéia de que “O inferno são os outros”. Faz sentido não é mesmo? Quantas vezes ficamos revoltados por causa dos outros? Quantas vezes culpamos as outras pessoas pelos nossos fracassos?

Esses pensamentos distraem a nossa mente e esquecemos de pensar no presente. Quando damos lugar a esses pensamentos, criamos a Paranóia, o 5º e o pior dos P´s. O passado é historia e o futuro é um sonho, e de real mesmo, só temos o presente.  

É claro que existem muitos outros P´s que nos adoecem, como também temos os P´s que devemos lembrar sempre: O Presente e a Paciência são alguns deles.

Pensemos!

Escrito por Axel às 19h02
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09/06/2011


Paradigma: Em homenagem a José Maria Gasalla

Para quem teve a feliz oportunidade de assistir as fantásticas apresentações do 15º aniversário do "Primeiro Programa" (radio Transamérica), fica aquí mais um ótimo exemplo de paradigma.

Infelizmente a incorporação do vídeo de Alanis Morissette não foi permitida, mas clique no link abaixo e você se surpreenderá.

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=KV43rJ0a5iA&feature=player_detailpage

 

 

Escrito por Axel às 18h55
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03/06/2011


Agradecimento

 

Lançar um livro é realizar um sonho, ou, na medida do possível, ajudar alguém, quando o título e o assunto forem sérios.

Lançar um livro é para poucos, e Deus sabe o quanto Lhe sou grato por mais um sonho realizado.

 

As razões que me levaram a escrever e publicar um livro podem ser resumidas pelo fato de eu poder ajudar alguém. Confesso que no início do projeto, eu esperava ganhar algum dinheiro com as vendas, sonho que foi embora quando busquei por curso, editoras e livrarias.

Infelizmente (mas uma grande realidade), para tudo e em tudo neste mundo o dinheiro está presente, (salvo aqueles que o precisam para ter uma vida digna) e acabei por aprender que não se ganha dinheiro com livro, aliás, se paga por ele.

 

Sim, vendi algumas dezenas de livros, e pouco mais de duas centenas estão distribuídas em três livrarias.

 

Mas quando o assunto envolve ganhos, mais uma vez, o céu e a terra se encarregaram de reforçar o ensinamento de que dinheiro e bens materiais são bons para o nosso conforto e bem estar, mas nada se compara ao desprendimento das coisas materiais que uma menininha de onze anos nos ensinou em nome do amor que sente pelo que sobrou da sua família – o único tesouro que temos.

Descobri uma outra modalidade de família, aquela que a gente escolhe e é escolhida pelos valores contidos no coração e na alma de forma mútua e genuinamente verdadeira.

Outra descoberta foi a feliz peça que a vida me pregou quando recebi pessoas na noite de autógrafos que, confesso, jamais imaginei que viriam, e, de quebra me trouxeram palavras maravilhosas.

E mais uma descoberta eu teria ao esperar por pessoas que julgo importantes na minha vida, mas que infelizmente não compareceram ao evento. E eu precisava tanto delas... (Salvo contratempos, emergências e longas distâncias a que todos estamos sujeitos).

 

Esse é o saldo da minha conta corrente: Ter vocês por perto, a qualquer momento e em qualquer situação, saber que sou amado e respeitado, e, tudo isso com a maior reciprocidade do mundo.

 

Amo vocês.

 

Pai

Mãe

Airon

Ana Paula

Andreia

Carla

Claudio

Cris comadre

Cris Martello

Daniela

Demetrio

Elaine

Giliard

Guerreiro

Ivo

Juliana

Júnior

Lilian

Lourdes

Marcelo

Marlene

Marta

Milton

Monserrat

Nadia

Nelson

Paula

Paulinha

Paulo Cota

Randalvo

Reginaldo

Renata

Sandra Duarte

Sandra Leite

Soraia

Suzana

Tiago

Válber

Valquiria

Vera

Winnie

Escrito por Axel às 18h25
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22/05/2011


Vida e Morte com tablets na mão – Adaptado para Versão High Tec.

Eu tive uma visão.

Eram duas mulheres uma de costas para a outra. Eram a Vida e a Morte.

A Vida, uma loirassa de longos cabelos encaracolados, de 1,80 de altura trajava um vestido branco longo rasgado na lateral até o quadril. Com cara de anjo, mas insinuante, segurava o seu tablet branco pérola e provocava reações de espanto entre homens e mulheres na fila.

 

A Morte, uma morena de cabelos pretos, vestindo um macacão emborrachado igualmente preto, com ares de Lara Croft, segurava o seu Tablet black piano e tinha ao seu lado fincada no chão pelo cabo, uma foice laser 3D com corte a plasma, comprada na Polyshop e fabricada na China para a Nintendo.

 

As duas mulheres organizam uma fila circular e contínua, onde o fim encontra o inicio, tal qual a estação de metrô do filme Matrix.

A Vida e a Morte observam os tablets e direcionam as pessoas para um dos dois caminhos.

Elas fazem a fila girar, acionando esteiras transportadoras equipadas com poltronas reclináveis revestidas de couro de bebe foca, de forma que quem deve mudar de plano passará por um portal Sansung e lá encontrará dois caminhos. Um deles é voltar para a fila, rejuvenescido pelos bisturis do doutor beleza e o outro é ficar na luz com um tablet zerado.

Deve ter uma pá de brasileiro querendo morrer...

Escrito por Axel às 18h42
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14/05/2011


Vida e Morte com pranchetas na mão

 

O post a seguir não é uma apologia a morte, e, de modo algum, desejo demonstrar aqui nenhum tipo de devaneio deprimente, e com nenhum teor religioso, trata-se única e exclusivamente de um momento de inspiração e criatividade. Mas, há alguém aí que sabe o que acontecerá conosco e os mistérios que envolvem a nossa existência?

Eu tive uma visão. Numa semana em que recebi notícias do falecimento de pessoas próximas a mim, de pessoas com sérios problemas de saúde, de ter visitado o cemitério por conta dos dias das mães, e com uma pitada de sexta-feira 13.

Eu tive a visão de duas mulheres uma de costas para a outra, eram a vida e a morte.

Que visão é essa? Perguntei-me. E logo em seguida lembrei que há tempos não faço um post.

Digitei no Google vida e morte em busca de material e na primeira página achei a imagem que me arrepiaria inteiro. Dejavu? Não sei.

 

Mas, vai aí o post...

 

Eu vejo a Vida e Morte com pranchetas na mão.

 

Elas são duas mulheres e organizam uma fila circular e contínua, onde o fim encontra o inicio.

As duas mulheres trabalham uma de costas para a outra, mas em grande sintonia.

Elas fazem a fila girar, de forma que quem deve morrer passará por um pequeno portal e lá encontrará dois caminhos. Um deles é voltar para a fila e o outro é ficar na luz.

A Vida e a Morte observam as pranchetas e direcionam as pessoas para um dos dois caminhos.

Encontro-me no meio da fila, e de certa forma, sofro por antecedência com o medo do desconhecido, embora esteja tranqüilo por saber que até aqui eu fui um bom homem.

Sei disso, pois outra mulher chamada Consciência é quem me disse.

 

Os que estão perto do fim da fila, vêem as duas mulheres de formas diferentes, uns as acham lindas, outras feias, outras ainda acham uma feia e outra linda.

Isso causa certa confusão: Como pode um ver a Morte como uma mulher bonita e outra pessoa ver como feia?

De medo, há aqueles que querem furar a fila por não agüentar mais tanto sofrimento, e, há aqueles que não querem que a fila ande, pois a Vida lhe foi plena e muito boa.

Nós que estamos localizados um pouco além do meio da fila, sabemos que existem duas mulheres lá na frente pois o burburinho é grande, mas por mais que nos esforcemos, o tamanho e o formato circular da fila nos impedem de vê-las com clareza.

Na verdade, o que nos faz ver as mesmas mulheres de forma diferente é a maneira como a encaramos.

 

 

Escrito por Axel às 19h23
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20/04/2011


Enfim uma nova voz

Para quem curte Fleetwood Mack ou a vocalista Stivie Nicks essa menina fará você voltar no tempo. Sem trocadilhos, pois ela se inspirou em músicas da época da sua adolescência (ah meus anos 80!!!) e regravou clássicos britânicos que, na minha opinião, ficaram melhores que os originais. Segue abaixo Atmosphere do Joy Division em um grande momento de sensibilidade.

 

Escrito por Axel às 17h15
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